|
Página 8 de 10 7ª fase: Sector K - Blocos A a E (61 fogos)IdentificaçãoPromotor CHAVE, Cooperativa de Habitação Económica de Aveiro, CRL Projectista Coordenador Francisco José Ferreira Simões, Arquitecto Construtor Consórcio Sociedade de Construções Martins Pereira, Lda/Coutinho & Coutinho, Lda I. DesígnioA viabilidade para o local previa inicialmente um corpo de cinco pisos, com um total de cinquenta fogos. Ao disponibilizar um espaço para instalações de um centro infantil com as valências de creche e jardim-de-infância, distribuídas por uma área de 1250 m2, a Direcção da Cooperativa soube negociar com a Câmara Minicipal, um aumento da cércea para mais três pisos em três caixas de escada, permitindo o aumento de onze fogos ao inicialmente previsto. No decorrer do mês de Novembro de 1999, em resposta ao anúncio publicado pelo Centro Regional de Segurança Social do Centro. Serviço sub-regional de Aveiro para aquisição de Imóvel, a CHAVE, CRL. apresenta uma proposta de venda de instalações para Centro Infantil. 
II. LocalizaçãoA urbanização situa-se no topo a nascente do Bairro Social de Santiago e a poente do campus Universitário, confrontando os diferentes lotes existentes da Cooperativa Chave, CRL. III. VolumetriaO conjunto edificado é constrituído por um corpo com cinco caixas de escadas servindo, respectivamente, oito, catorze, dezassete, catorze e oito fogos, incluindo no rés-do-chão o Centro Infantil de Aveiro, obra já referenciada como o melhor equipamento para a infãncia na região de Aveiro, e ainda sessenta e um espaços de estacionamento em cave e, ao nível da cobertura, sessenta e um arrumos e cinco salas para actividades dos condóminos. IV. ProgramaAs tipologias, definidas de acordo com os pedidos dos cooperadores em espera, incluem 3 T1, 6 T2, 44 T3 e 8 T4, sendo dois destes em solução duplex. A ausência de coberturas planas acessíveis, o revestimento cerâmico de todo o exterior, a ocupação do rés-do-chão com equipamento, e diversas situações no interior dos fogos, quer em organização quer em acabamentos e equipamentos, são o resultado prático da aplicação daquele programa. Quanto à organização interior, salienta-se a relação da cozinha, lavandaria, varanda, situação resultante da falta de acesso directo à varanda partindo da zona de serviço verificada em fases anteriores, e apontada como situação a melhorar. Os quartos, voltados a poente (por razões de conforto térmico), incluem uma varanda com estendal protegido, em todos os fogos T3 e T4. No campo do conforto destacam-se, ao nível interior dos fogos, o incentivo pela opção por pavimentos flutuantes, a aplicção de caixilharias de alumínio de qualidade superior, incluindo vidros duplos, e apoios de máquinas de elevador em laje flutuante, tectos falsos em madeira ao nível das zonas comuns, e iluminação e ventilação directas de todas as caixas de escada.
|