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Urbanização CHAVE PDF e-mail
Índice
Urbanização CHAVE
1ª Fase: Blocos 1 a 5
2ª Fase: Bloco 6
3ª Fase: Blocos 7 a 9 e 15 a 18
4ª Fase: Blocos 12, 13 e 14
5ª Fase: Blocos 10 e 11
6ª Fase: Bloco 19
7ª Fase: Sector K - Blocos A a E
8ª Fase: Rua de Espinho
9ª Fase: Sector K 20 - Garagens

8ª fase: Rua de Espinho
(13 fogos e 2 lojas)

Identificação

Promotor

CHAVE, Cooperativa de Habitação Económica de Aveiro, CRL

Projectista Coordenador

Francisco Ferreira Simões, Arquitecto

Construtor

Sociedade de Construções Martins Pereira, Lda.

I. Desígnio

O edifício constituído por 13 fogos, numa área de intervenção adquirida à Câmara de Aveiro, insere-se no Plano Integrado de Santiago e ocupa p último lote livre de um conjunto designado vulgarmente por "Comboio Amarelo".

Foi um empreendimento que ganhou o Prémio de Promoção Cooperativa em 2001, pelo jurí constituinte do Prémio INH 2001, organizado pelo Instituto nacional de Habitação e pela Secretaria de Estado da Habitação.

Urbanização Chave - 8ª fase: Rua de Espinho       Urbanização Chave - 8ª fase: Rua de Espinho

II. Localização

As condicionantes do plano local limitavam a cércea para R/C mias quatro pisos, e o plano de fachada para a Rua de Espinho. A necessidade de garantir atravessamento pedonal público entre a rua de Espinho e a Rua de Arouca, condicionaram também parte da volumetria e ocupação ao nível do piso térreo.

Todos os fogos possuem aberturas a nascente e a poente, estando o edifício dividido em dois, um a norte com 9 fogos e um corpo a sul com duas lojas no R/C e 4 fogos.

III. Volumetria

As condicionantes do plano local limitavam a cércea para R/C mias quatro pisos, e o plano de fachada para a Rua de Espinho. A necessidade de garantir atravessamento pedonal público entre a rua de Espinho e a Rua de Arouca, condicionaram também parte da volumetria e ocupação ao nível do piso térreo.

Todos os fogos possuem aberturas a nascente e a poente, estando o edifício dividido em dois, um a norte com 9 fogos e um corpo a sul com duas lojas no R/C e 4 fogos.

IV. Programa

O edifício confronta a Norte com um lar Universitário, propriedade das Irmãs Dominicanas, e a Sul com um dos lotes de habitação Social promovida pela Câmara Municipal, a Nascente com a Rua de Arouca (pedonal) e a poente com a Rua de Espinho (acesso principal).

A intervenção procurou a melhor integração urbana tentando conciliar a rotura criada por dus linguagens: um conjunto a Sul mais antigo e o edifício a Norte, mais recente, com revestimentos e cotas de aberturas diferentes do anterior.

O programa apresentado pelo Dono de Obra pretendia a melhor ocupação do lote, com três fogos T3 e restantes T2, sempre com área de arrumos individualizados, e possibilidades de integração da área comercial. A entrada (principal) faz-se a partir da Rua de Espinho tendo ainda uma entrada de serviço (pelo patamar da escada) a partir da Rua de Arouca.

O edifício está dividido em dois corpos, uma a Norte com 9 fogos, T2 em solução de esquerdo-direito, servidos por caixa de escadas e elevador. O corpo Sul, possui duas lojas ao nível do R/C com acesso pela Rua de Espinho, um T2 e 3 T3 (um por piso) servidos por uma caixa de escadas com acesso pela Rua de Arouca.